Ao lado dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, em evento no Rio de Janeiro, Lira frisou a necessidade de se encontrar o caminho do meio para preservar essas duas conquistas sociais.
nnnnPOR ESTADAO CONTEUDO
nnnnO presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta segunda-feira, 13, que os Poderes da República e a sociedade devem encontrar equilíbrio entre a liberdade de expressão e o funcionamento das redes sociais. Ao lado dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, em evento no Rio de Janeiro, Lira frisou a necessidade de se encontrar o caminho do meio para preservar essas duas conquistas sociais.
nnnnLira fez as afirmações durante o seminário “Liberdade de Expressão, Redes Sociais e Democracia”, organizado pela Rede Globo, Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e a Fundação Getulio Vargas (FGV) na sede da fundação, na zona sul do Rio.
nnnn“É preciso encontrar o caminho do meio para administrar, legislar sobre e julgar questões envolvendo liberdade de expressão, redes sociais e democracia. É para tentarmos dar um passo em direção a esse equilíbrio que estamos reunidos aqui. A sociedade brasileira espera que os administradores das redes sociais e os representantes eleitos consigam encontrar o quanto antes uma forma de equilibrar o fenômeno das redes sociais. É um equilíbrio delicado e que envolve valores inestimáveis para a vida pública brasileira. Esse equilíbrio não é uma utopia, mas uma necessidade”, disse Lira.
nnnnO presidente da Câmara defendeu tanto as redes sociais quanto seus limites. “As redes sociais expandiram o alcance da liberdade de expressão do nosso povo, mas também podem representar obstáculo ao pleno exercício dessa liberdade de expressão ou da democracia”, afirmou.
nnnnEm seguida, acenou aos defensores da inimputabilidade do uso das redes. “Já não é mais preciso prender um cidadão para silenciá-lo ou restringir o alcance de suas palavras, mesmo os cidadãos com função precípua de comunicação, como jornalistas e parlamentares, podem ser calados com um mero clique”, criticou.
nnnnLira é frequentemente pressionado por aliados e alas do eleitorado a reagir a decisões do STF contra a disseminação de fake news que passam pela suspensão das contas de figuras públicas em redes sociais, interpretadas pelos punidos e seus seguidores como censura.
nnnn“Apesar das muitas dificuldades, os valores da liberdade de expressão e democracia permanecem inalienáveis e protegidos. Não podemos abrir mão de um deles sob pena de perder o outro e, com isso, mergulhar no turbilhão imprevisível da instabilidade social”, continuou.
nnnnPor fim, o presidente da Câmara fez longo elogio ao jornalismo profissional, peça-chave no combate a fake news. “Contra a desinformação, é necessário termos mais informação”, disse.
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Esse caminho do meio também aparece nas conversas de casa: eu compartilho uma notícia antes de ler tudo, e minha irmã pergunta pela fonte. Fizemos the pair-type quiz e acabamos falando sobre nossos limites nas redes sociais. Nós ainda discordamos bastante, mas agora eu tento ler antes de apertar “compartilhar” — um avanço modesto para os dois.
A fala do Lira sobre o caminho do meio ecoa o que a gente vive na prática: sem contexto, cada lado lê o mesmo fato de um jeito e o debate trava. No meu dia a dia uso o ShimmerPic, um front-end independente que roda dois modelos pelo mesmo preço e mostra as saídas lado a lado com os prompts à vista, tudo sinalizado como AI-generated; this two-model image tool não resolve o equilíbrio de ninguém, mas ver duas versões da mesma ideia antes de opinar ajuda a lembrar que ponto de vista também é escolha.
Esse “caminho do meio” entre liberdade de expressão e moderação só funciona com critérios públicos e possibilidade de recurso. Até na divulgação de produtos prefiro regras explícitas: uso this bidding board for products, onde a posição é paga, os lances começam em US$ 1 e expiram em 7 dias. Transparência não resolve tudo, mas evita fingir que decisões de alcance são neutras.
Understanding Bitcoin involves asking how participants check transactions and agree on the history recorded by the network.
É raro ver alguém defender as redes e seus limites na mesma frase sem cair em extremos, e o Lira tocou justamente nesse ponto delicado. O difícil é que “caminho do meio” virou palavra vazia sem regras claras, e discutir equilíbrio sem definição só empurra o problema. Vi uma discussão parecida sobre limites e regras em the Krillion guide e fiquei pensando em como é complicado traçar essa linha na prática.